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Entre os principais desafios de empreendimentos verticais está o equilíbrio entre custo construtivo e desempenho técnico, fator que coloca a alvenaria estrutural em posição de destaque nos projetos atuais. O Eng. Valderci Malagosini Machado, diretor técnico da Blocos e Lajes Itaim, atua em um segmento no qual a eliminação de pilares e vigas convencionais reduz etapas construtivas inteiras, simplificando a execução em edifícios de múltiplos pavimentos.
A alvenaria estrutural utiliza os próprios blocos como elemento resistente da edificação, dispensando parte da estrutura em concreto armado tradicionalmente empregada em obras verticais. Tal característica reduz o consumo de aço e formas, dois insumos que representam parcela significativa do custo total de um empreendimento. A simplificação do sistema construtivo também diminui a quantidade de etapas intermediárias entre a fundação e o acabamento final da obra.
Como a alvenaria estrutural reduz o custo de obras verticais?
A eliminação de pilares e vigas convencionais representa uma das principais fontes de economia em projetos que adotam alvenaria estrutural, já que reduz o volume de concreto armado e de fôrmas necessárias durante a execução. Blocos estruturais assumem simultaneamente a função de vedação e de sustentação, o que elimina etapas de alvenaria de vedação executadas separadamente em sistemas convencionais. Tal sobreposição de funções reduz o número de serviços contratados ao longo da obra.
Conforme aponta o Eng. Valderci Malagosini Machado, diretor técnico da Blocos e Lajes Itaim e especialista em sistemas construtivos, a padronização dimensional dos blocos favorece a produtividade das equipes de assentamento, reduzindo a necessidade de ajustes manuais recorrentes. Ganhos de produtividade nessa etapa se traduzem em menor tempo de obra, fator que impacta o custo financeiro de empreendimentos verticais sujeitos a despesas fixas mensais.
Quais limitações técnicas a alvenaria estrutural impõe a edifícios altos?
A alvenaria estrutural apresenta limitações relacionadas à altura máxima recomendada para cada tipo de bloco e configuração estrutural, exigindo cálculos específicos de resistência à compressão para garantir segurança em edificações de maior porte. Projetos que ultrapassam determinado número de pavimentos costumam combinar alvenaria estrutural com elementos complementares em concreto armado, distribuindo cargas de forma mais eficiente. Tal combinação exige compatibilização técnica rigorosa entre os sistemas envolvidos.

O dimensionamento adequado das paredes estruturais, incluindo espessura e disposição em planta, determina diretamente a viabilidade técnica de cada projeto vertical. Edifícios com plantas mais regulares e distribuição uniforme de cargas tendem a aproveitar melhor as vantagens econômicas da alvenaria estrutural, enquanto projetos arquitetônicos mais complexos podem exigir soluções híbridas. A definição do sistema construtivo, nesse sentido, deve ocorrer ainda na fase conceitual do projeto arquitetônico.
Por que a industrialização dos componentes influencia o cronograma da obra?
Componentes industrializados, como blocos de concreto fabricados sob controle rigoroso de processo, chegam ao canteiro com especificações já definidas, reduzindo a dependência de ajustes artesanais durante a execução. Segundo esclarece o Eng. Valderci Malagosini Machado, diretor técnico da Blocos e Lajes Itaim, tal característica permite maior previsibilidade no planejamento do cronograma físico-financeiro, especialmente em obras verticais, nas quais atrasos em um pavimento afetam diretamente o início das etapas seguintes.
O Eng. Valderci Malagosini Machado, diretor técnico da Blocos e Lajes Itaim, participa de um segmento em que a integração entre fabricação e projeto contribui para cronogramas mais realistas em empreendimentos de médio e grande porte. Obras que utilizam sistemas industrializados tendem a apresentar menor variabilidade entre o prazo planejado e o prazo efetivamente executado.
Quais fatores devem ser considerados antes de adotar alvenaria estrutural?
A decisão por adotar alvenaria estrutural em um empreendimento vertical deve considerar fatores como o perfil geotécnico do terreno, a regularidade arquitetônica do projeto e o número de pavimentos previstos, elementos que influenciam diretamente a viabilidade técnica e econômica da solução. Análises comparativas entre sistemas construtivos, realizadas ainda na fase de projeto, ajudam a identificar a alternativa mais adequada a cada empreendimento específico.
O Eng. Valderci Malagosini Machado, diretor técnico da Blocos e Lajes Itaim, contribui para consolidar essa análise ao integrar experiência técnica em sistemas industrializados a projetos que buscam equilíbrio entre custo, prazo e desempenho estrutural. A escolha bem fundamentada do sistema construtivo segue sendo determinante para a viabilidade financeira de empreendimentos verticais em um mercado cada vez mais competitivo.
